Oferecer o Dízimo é reconhecer
que tudo que temos pertence a Deus
A
Deus pertencem todas as
coisas, já que foi Ele quem
as criou. "Ao Senhor pertence
a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que
nele habitam." (Sl 24.1) "Pois
o que está debaixo de todos os céus é meu." (Jó 41.11)
Assim, nada mais somos do que
administradores, das coisas que
Deus nos permite ter, enquanto por aqui
estivermos. Os caixões não têm gavetas e desta vida,
nada se leva. Enquanto por aqui estivermos, podemos
usufruir e administrar os bens que pertencem a
Deus e que nos foram
permitidos, para que administremos e os devolvamos no
momento mesmo em que sejamos chamados. Nada mais somos
que mordomos de bens que não nos pertencem. E, como
mordomos (do latim, mor = maior e domus = casa) devemos
administrar tudo isso que não nos pertence e prestar
conta disso a qualquer tempo. Assim, sendo, quando
entregamos à nossa igreja o Dízimo, não estamos pagando
a Deus. Seria o mesmo que
dar maçãs a uma macieira, querendo comprar a boa vontade
dela. Estamos sim, devolvendo a
Ele uma parte do muito que tem nos dado. Se você
acordou esta manhã com mais saúde do que doença, você é
mais abençoado do que o milhão de pessoas que não vai
sobreviver a esta semana. Se você nunca passou pelo
perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia
de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à
frente de 500 milhões de pessoas no mundo. Se você pode
professar abertamente sua religião, sem o medo de
molestamento, prisão, tortura, ou morte, você é mais
abençoado do que 3 bilhões de pessoas no mundo. Se você
tem comida no refrigerador, roupas no corpo, um telhado
sobre a cabeça e uma cama para dormir, você é mais rico
do que 75% dos habitantes deste mundo. Se você tem
dinheiro no banco, na carteira, e trocados em algum
lugar, você está entre os 8% no topo deste rico mundo.
Se você encaminha o seu Dízimo, mantém sua cabeça
erguida com um sorriso no rosto e é realmente
agradecido, você é abençoado, porque a maioria pode
fazer isso, mas não faz. Aprenda a contar suas bênçãos
todos os dias. Faça mais do que isso, devolva parte do
que você ganha (ou tem) à obra de Deus. Não existe o
mal, o mal é apenas a ausência do bem, assim sendo
aquele que não dá o Dízimo descumpre a Lei de
Deus e traz a maldição para
sua vida. "Roubará o homem a
Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te
roubamos? Nos Dízimos e nas ofertas. Com maldição sois
amaldiçoados, porque a mim me roubais..." (Ml 3.8,9)
Por outro lado, aquele que respeita a
Deus e encaminha o Dízimo à
Casa do Senhor, é abençoado por
Deus. "Trazei todos os
Dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na
minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos
Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não
derramar sobre vós benção sem medida." (Ml 3.10)
No entanto, em várias outras igrejas há inúmeros
fiéis que cumprem com o Dízimo e vivem em grande miséria
e não vêem progresso financeiro e não vêem luz no fim do
túnel. Por que isso acontece? Porque ao contrário do
que ensinamos na Igreja da Ciência
Divina, nessas igrejas os pastores e ministros
retiram parte do Dízimo para si mesmos, quando o Dízimo
pertence ao Senhor e à Sua
obra. Mas não é justo que o pastor e o ministro recebam
pelo trabalho que fazem junto aos fiéis? Não estamos
julgando os pastores e ministros de outras igrejas que
usurpam o dinheiro do Dízimo para si mesmos,
(Dt 32.35) mas, na
Igreja da Ciência Divina,
tantos os fiéis, quanto os ministros, têm condição de
viver com abundância de recursos, graças ao nosso
sistema de Colportagem, sem necessidade de onerar o
Dízimo que pertence à obra de
Deus. É por essa razão que nossa igreja é uma
das poucas que presta contas de todo o dinheiro
arrecadado com o Dízimo e informa a todos os fiéis (os
comprovantes se encontram à disposição) para onde vai
cada tostão. Assim sendo, cada membro de nossa Igreja é
um fiscal de nossos procedimentos e podem avaliar
corretamente a caridade que fazemos. Muitas igrejas não
prestam contas para não demonstrar publicamente sua
ignomínia e para que seus fiéis não saibam que são
amaldiçoados com a pobreza e com as dificuldades
financeiras, simplesmente porque seus líderes, seus
pastores e ministros, estão roubando a
Deus, no Dízimo e nas
ofertas e estão sendo amaldiçoados pela Lei, que é
sempre justa.
Quantos comerciantes e pais de família, de outras
igrejas, que conhecemos e que são tementes a
Deus, estudam as
escrituras, fazem boas obras e estão sempre em
dificuldades financeiras! Não sabem eles que estão
pagando pela ignomínia de seus líderes que se apropriam
de uma parte maior do que lhes cabe dos Dízimos e
ofertas angariados por suas igrejas na forma de soldo,
salário, ajudas de custo, etc... É muito comum no meio
evangélico que alguns fiéis pratiquem o descuidismo
religioso, dando seus dízimos a instituições religiosas
notoriamente em falta com os mais básicos procedimentos
cristãos. Erroneamente raciocinam assim: "- Estou
fazendo a minha parte. Se o pastor não está
administrando o dinheiro da igreja de maneira correta é
problema dele; eu fiz a minha parte." Agindo dessa
forma esses fiéis lavam suas mãos como Pilatos e
esquecem que a escolha da instituição a que se filiam é
de sua responsabilidade, já que o livre arbítrio é um
dom que nos foi dado pelo Senhor.
"... fizestes o que é mal aos
meus olhos e escolhestes aquilo em que Eu não
tinha prazer." Is 65.12 É preciso que nos
conscientizemos que nossas escolhas envolvem
responsabilidades e que, mesmo que cumpramos a Lei, se
não nos responsabilizamos pelos resultados de nossos
atos estaremos contribuindo para a multiplicação de
instituições que se tornam poderosas economicamente mas
que afastam os homens de Deus.
Ao darmos o dízimo, não estamos jogando algumas moedas
para Deus, estamos, de
forma consciente (fazendo escolhas) contribuindo para a
divulgação da palavra.
Como é encaminhado o Dízimo em nossa igreja?
Em primeiro
lugar, cada membro de nossa igreja recebe um número como
dizimista, que é apenas de seu conhecimento, não deve
ser divulgado aos outros membros da igreja. Tivemos o
desprazer de visitar, em determinada ocasião, uma igreja
na cidade de Garça, no Estado de São Paulo, que colocava
uma relação de dizimistas afixada nas costas da porta de
entrada da igreja, relacionando-os pelos nomes. Ora,
sabemos que cada membro da igreja entrega 10% de seus
ganhos, mas também sabemos que os ganhos variam de
pessoa para pessoa na proporção de suas possibilidades.
Não é justo publicar o nome dos contribuintes ao lado da
quantia que contribuem pois isso gera uma série de
emoções infelizes: ciúme, inveja, orgulho,
desapontamento. Torna-se uma provação para cada um dos
fiéis que contribuem, já que Jesus
condenou a exaltação na parábola do fariseu e do
publicano (veja em Lucas 18.9-14). Em nossa igreja,
todas as contribuições do Dízimo são publicadas
mensalmente, ao lado do número de quem as fez (e não do
nome, para evitar a exaltação). E esse relatório é
encaminhado a todos os dizimistas da igreja. Assim,
todos os membros têm a liberdade de fiscalizar a
prestação de contas, verificando se a quantia ao lado
de seu número de dizimista, está correta. Dessa
forma, sem se dar a conhecer,
"... ignore a tua mão esquerda o que faz a tua mão
direita;" (Mt 6.3) o que incentivaria o
orgulho, cada um dos membros pode verificar se a igreja
está prestando contas corretamente. Ao final do
relatório todas as quantias arrecadadas são somadas e o
total apresentado é demonstrado através da relação de
despesas e saldos. Cada um dos membros da igreja pode
verificar que nenhum tostão angariado através do Dízimo
é utilizado para pagar salários a pastores e ministros,
é totalmente dedicado à divulgação da palavra.
Qual é o
valor correto do Dízimo?
Nos tempos
de Jesus ainda era comum a
pratica do "escambo", que consistia em trocarem-se
mercadorias excedentes por outras mercadorias que
estivessem faltando. Hoje em dia, com a universalidade
dos sistemas monetários e do câmbio, convencionou-se que
o dízimo deve ser encaminhado em espécie (em dinheiro).
Dízima ou dízimo equivale a décima parte de um todo.
Assim sendo, o assalariado deve encaminhar dez por cento
de seu salário e o autônomo dez por cento de cada
quantia que receber.
Como
sobrevivem os ministros?
Se todo o
dinheiro arrecadado através do Dízimo é, integralmente,
dedicado à divulgação da palavra, como sobrevivem os
ministros da Igreja da Ciência
Divina? Em nossa igreja ninguém se torna ministro
a não ser depois de se dedicar durante muito tempo aos
nossos estudos (ESCP) e à Colportagem. Assim todo
membro atuante se torna próspero pois recebe a renda da
Colportagem (SDR), enquanto as pessoas que convidou a se
tornarem membros de nossa igreja, continuarem seus
estudos. Não existem pobres em nossa igreja, apenas os
membros novos, que estejam aprendendo e que tenham
ingressado recentemente em nossa igreja, têm problemas
de ordem financeira. Com o passar do tempo e cumprindo
seus deveres de Colportagem, cada um e todos os membros
de nossa igreja prosperam de maneira lenta mas constante
e quando um desses membros vem a se tornar ministro, já
está tempo suficiente conosco para obter rendas mensais
do trabalho de Colportagem realizado anteriormente que
lhe permitam viver uma vida rica e abastada pelo resto
de seus dias. "Na velhice darão
ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor..." (Sl
92.14) Fazer Colportagem é trazer pessoas ao
Evangelho; é semear as coisas espirituais, é trazer
membros novos para a igreja, quem o faz se torna
merecedor de parte dos bens gerados por seus atos.
"Se nós vos semeamos as coisas
espirituais, será muito recolhermos de vós bens
materiais?" (1 Co 9.11) Compartilhar a
palavra de Deus, seja
conversando coloquialmente com amigos e conhecidos, seja
falando no púlpito da igreja, diante de um grande número
de pessoas, é um prazer e não um trabalho; é o dever de
todo o cristão e não devemos ser pagos por isso.
Devemos separar a Colportagem das demais atividades
espirituais que praticamos. Servir a
Deus é dever, não é prestar
serviço sagrado, prestar serviço sagrado é trazer alguém
ao estudo dos evangelhos, é trazer alguém à igreja, é
praticar a Colportagem. "Assim
ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho, que
vivam do evangelho." (1 Co 9.14) Ou seja,
vivemos do evangelho (da palavra escrita - as
escrituras, os estudos ESCP) e não de nossas pregações e
conversas. Pregações e conversas terminam e são
esquecidas, a palavra escrita permanece. Pense nas
epístolas de Paulo, por exemplo. Quanta beleza, quanta
maravilha, quanta sabedoria teria sido perdida se ele
tivesse apenas falado essas coisas, ao invés de tê-las
escrito! A própria Bíblia é testemunha disso. Nenhum
livro foi mais publicado ou mais lido em todo o mundo,
durante todos os tempos!
Para se tornar membro
de nossa igreja, obtenha informações, clicando AQUI.